17 janeiro 2018

A mágica voz de Salvador Sobral



Aqui no Projecto Alexander Search, com a música A Day of Sun. Tão, mas tão lindo! Fica bom depressa Salvador, para voltares a encantar-nos com a tua música e a tua voz...

16 janeiro 2018

Leitura em destaque este mês

"a máquina de fazer espanhóis" de Valter Hugo Mãe

Este é o livro, em discussão no mês de Janeiro, na minha Comunidade de Leitores. O romance anda em torno da chamada terceira idade, nos nossos dias idade sénior. Fala da velhice, da amizade, do amor e muito mais. A entrada num lar, de um barbeiro de 84 anos, após a morte da mulher, dá o mote a uma história emocionante, que ora nos faz rir ora nos coloca um nó no estômago. O enfoque nos laços familiares ou a falta deles, leva-nos a pensar numa situação que mais tarde ou mais cedo todos podemos acabar por vivenciar. Talvez por isso, não consigo evitar de o ler de uma forma ávida e quase compulsiva. 

15 janeiro 2018

Cenários de Inverno (10)


Fotos minhas - entre as praias de Carcavelos, da Torre e o Passeio Marítimo de Oeiras.

O céu e o mar em pleno Inverno ou ...... o privilégio de viver num lugar assim. Começo a criar a rotina de caminhar à beira-mar algumas manhãs por semana. Até posso passar por ali todos os dias que o encantamento é sempre o mesmo. Hoje tudo brilhava (1ª foto), o mar quase sem ondas, o céu azul, pequenas embarcações de pescadores e uma ou outra pessoa caminhando na areia. Uma dádiva, uma autêntica dádiva...

14 janeiro 2018

Ao acaso na estante (1)

O livrinho a que volto muitas vezes

« Dans un beau jardin où les rayons d’un soleil automnal semblaient s’attarder à plaisir, sous un ciel déjà verdâtre où des nuages d’or flottaient comme des continents en voyage, quatre beaux enfants, quatre garçons, las de jouer sans doute, causaient entre eux……

…. Le soleil s’était couché. La nuit solennelle avait pris place. Les enfants se séparèrent, chacun allant, à son insu, selon les circonstances et les hasards mûrir sa destinée, scandaliser ses proches vers la gloire ou vers le déshonneur. »

A abrir e a fechar Les Vocations, poema XXXI de « Le Spleen de Paris » de Charles Baudelaire

Nunca leio um só livro de cada vez. Tenho sempre 2 ou 3 em curso, cuja leitura vou alternando de acordo com a vontade do momento. De vez em quando vou à estante, escolho um daqueles a que voltamos muitas vezes, abro ao acaso e releio meia dúzia de páginas. Hoje voltei aos poemas em forma de prosa de Baudelaire, com o Spleen de Paris. Abri o livro e caí no meio do poema XXXI Les Vocations. Adoro, simplesmente…


12 janeiro 2018

Sting - The Rising - Kennedy Center Honors Bruce Springsteen




Já adoro a música The Rising, nesta homenagem do Sting ao Bruce então ... fico sem palavras de emocionante que é ...

11 janeiro 2018

Obrigada à Vida!

A caminhar pelas arribas da Praia da Adraga no passado dia 1 de Dezembro 

Sempre! 
Parece que hoje é o dia de dizer Obrigado. Não é que dê muita atenção a este cenário dos dias de qualquer coisa. No entanto, quando ouvi a referência logo pela manhã na rádio que me desperta todos os dias, ainda naquela neblina recém saída do sono, dei comigo a pensar que sou grata à Vida. A verdade é que apesar dos muitos obstáculos e dificuldades que têm surgido pelo caminho, mais cedo ou mais tarde  as soluções vão aparecendo. A família e os amigos são do melhor que tenho e não preciso de muito para ser feliz. Aproveito tudo o que de bom me acontece e esqueço muito depressa o menos bom. E uma coisa que tenho aprendido ao longo dos anos é a não complicar, deixar correr até encontrar a ponta do fio que vai desenlear a meada. Por isto e por muito mais, sou grata à Vida!

10 janeiro 2018

O tempo, ai o tempo...

Foto minha - Como não posso aprisionar o tempo, aprisionei a ampulheta (detalhe decorativo cá de casa)

Por vezes apetece-me aprisioná-lo e pedir-lhe que se acalme, que não vá tão rápido. E deixá-lo partir apenas quando me prometer que me vai ouvir e reduzir a ligeireza. Deixar-me sentir os minutos que se transformam em horas e os dias que vão compondo as semanas. Deixar fugir a sensação de que tudo acontece em velocidade supersónica e que pelo caminho fica tanto para ver, tanto para ler, tanto para fazer. Não é um exercício fácil este de gerir o tempo e fazê-lo chegar para tudo o que gostaríamos de fazer com ele. Tem mesmo que ser segundo a segundo, minuto a minuto, hora a hora, dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano …

09 janeiro 2018

Cenários de Inverno (9)


Foto minha, uma das janelas cá de casa

A ver a chuva cair. Literalmente! Eles e eu. 
E penso, deixá-la cair que há muito rio e albufeira para encher...

08 janeiro 2018

Quando o sol e a vida nos sorriem, nós vamos atrás!


Foto minha, passeio marítimo de Oeiras

Caminhada de hoje numa manhã belíssima, apesar do frio. Tão bom, poder aproveitar este tempo...

17 novembro 2017

Fragmentos Musicais (4)


"...
You've got the words to change a nation
But you're biting your tongue
You've spent a life time stuck in silence
Afraid you'll say something wrong
If no one ever hears it how we gonna learn your song?
..."

Emeli Sandé - Read All About It

Nunca podemos ter medo de falar. Se não falarmos como é que nos hão-de ouvir? A nossa voz e as nossas palavras podem ser armas poderosas ....

13 março 2017

Fragmentos Musicais (3)



" ...Oh-I-oh-I-oh-I-oh-I

I'm in love with your body
Every day discovering something brand new
I'm in love with the shape of you.."

Ed Shereen "Shape of you"

Gosto de tudo, da voz do ED, da letra divertida, do ritmo alegre da música e mesmo deste vídeo com a letra...



06 fevereiro 2017

Das exposições imperdíveis


Amadeo e Almada em destaque. O primeiro do Museu do Chiado até final deste mês e o segundo na Gulbenkian até Junho. Tão mas tão bom...

04 fevereiro 2017

Saudades tuas minha mãe...

Foto minha - malmequer perdido na Serra de Sintra, uma das tuas flores preferidas

"Pequeno Poema"

Quando eu nasci, 
ficou tudo como estava. 

Nem homens cortaram veias, 
nem o Sol escureceu, 
nem houve estrelas a mais... 
Somente, 
esquecida das dores, 
a minha Mãe sorriu e agradeceu. 

Quando eu nasci, 
não houve nada de novo 
senão eu. 

As nuvens não se espantaram, 
não enlouqueceu ninguém... 

Pra que o dia fosse enorme, 
bastava 
toda a ternura que olhava 
nos olhos de minha Mãe... 

Sebastião da Gama

Faz hoje um ano que te vi pela última vez. Passei-te a mão pelo rosto, mas talvez já não tenhas sentido.  Partiste na madrugada que se seguiu. E nós ficámos com a saudade. Para sempre ...


24 janeiro 2017

Fragmentos Musicais (2)



Rag'n'Bone Man - Human

“… But I'm only human after all
I'm only human after all
Don't put your blame on me
Don't put your blame on me…”

… Sou apenas humano e nada mais … Não coloques as tuas culpas em mim …

Hoje é isto! Quando é que vamos deixar de acusar os outros dos nossos próprios erros? Quando é que aprenderemos a assumir a nossa culpa?

13 janeiro 2017

"Zeus" ou um filme excepcional



Um olhar sobre a vida de Manuel Teixeira Gomes, o Presidente escritor que um dia partiu em busca dos seus desejos, deixando tudo para trás. Um filme belíssimo com uma excelente realização do Paulo Filipe Monteiro e uma sublime interpretação de Sinde Filipe. É tão bom ver o cinema português assim!

12 janeiro 2017

Cenários de Inverno (8)

Cabo da Roca, foto minha

Pôr-do-sol no Cabo da Roca, no passado mês de Dezembro. Um dia muito frio, mas em que o sol esteve sempre presente, medindo forças com as nuvens que passavam. No final do dia, assistimos a um pôr-do-sol magnífico... 

11 novembro 2016

Goodby Leo, see you around ....



Dance Me To The End Of Love

Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic 'til I'm gathered safely in
Lift me like an olive branch and be my homeward dove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Oh let me see your beauty when the witnesses are gone
Let me feel you moving like they do in Babylon
Show me slowly what I only know the limits of
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Dance me to the wedding now, dance me on and on
Dance me very tenderly and dance me very long
We're both of us beneath our love, we're both of us above
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

Dance me to the children who are asking to be born
Dance me through the curtains that our kisses have outworn
Raise a tent of shelter now, though every thread is torn
Dance me to the end of love

Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic till I'm gathered safely in
Touch me with your naked hand or touch me with your glove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love

13 setembro 2016

07 setembro 2016

Fragmentos musicais (1)


John Farnham - "You're the Voice"

"…. We're all someone's daughter
We're all someone's son …”

“…We're not gonna sit in silence
We're not gonna live with fear…”

Todos somos filhos de
alguém … Não vamos sentar-nos em silêncio … Não vamos viver com o medo …

É vintage, mas está tão na ordem do dia ...

01 setembro 2016

Doce Setembro

Praia da Adraga - Foto minha

Sempre foi um dos meus meses preferidos. Há uma calma que regressa depois dos dias agitados das férias. São os dias mais frescos que retornam. É o mar a ficar mais livre. São também as cores que mudam na paisagem, com a chegada dos maravilhosos laranjas, amarelos e castanhos outonais. Gosto muito do doce Setembro ...